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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ah meu Deus, só o Senhor sabe de tantos desvaneios que se passam dentro da minha pobre cabeça humana. Sim, só Ele sabe, porque nenhum ser normal teria tamanha capacidade de compreensão! E como esse blog virou um diário sobre aquilo que eu ainda tenho que resolver (tenho, e vou; amém), então, aqui vai mais um dos meus desabafos.. E para quem se julgar esperto o bastante para juntar as peças deste quebra cabeça, e tentar advinhar o problema que gira em torno do "meu mundo", fique a vontade.
Depois de chegar bem próxima da verdade, digamos que à uma peça do quebra-cabeça ser verdadeiramente acabado, fui avisada sobre parte do problema que até então eu desconhecia. As pessoas envolvidas neste quase crime, foram julgadas por mim como réus confessos (até que se prove o contrário), e realmente, eu não tive nenhum indício de compaixão, e não o tenho até este exato momento. O que até então era um jogo com três jogadores, se transforma em um mini-campo de batalha naval, ou até mesmo uma partida de futebol, onde mais 11 jogadores entram em campo, e são assistidos por milhares e milhares de pessoas.
Bem que um dia me alertaram, que neste mundo desonesto, rodeado de hipocrisia, existem três tipos de pessoas: Aquelas que fazem poeira, as que comem poeira, e as que ficam na beira da cerca esperando a corrida da vida passar. Eu indicaria mais uma classificação: Aquelas que tem prazer em fazer poeira na vida do outro, pois é assim que me sinto, depois de tanto fazer poeira e deixar tanta gente pra trás, resolveram me ajudar de um modo errado, e de maneira nada inocente, para quem sabe ficarem na liderança da minha vida. Minha, minha e de mais ninguém! Que parte do minha "todo mundo" não entende?
Eu ainda acredito mais naquela filosofia de que apenas 5% desta sociedade fazem a diferença nesta realidade, e é nesta pequena porcentagem que ainda deposito o pouco de confiança que ainda me resta. Confiança esta que antes era cega, e hoje usa óculos, afinal, não se pode mais acreditar em ninguém, ou não exista ninguém digno de tal confiança, ou talvez, o problema ainda esteja comigo, e eu não seja "digna de confiar".
Mas a vida é assim, talvez não tenha a cara que a gente pinta, mas tem a cara que Deus quer, e eu sei que o que Ele quer é melhor pra mim, mesmo que eu não o entenda. E se Deus é o pintor da nossa obra, devemos viver tudo com amor, mesmo que este sentimento tão lindo tenha o mesmo valor que a palavra sofrimento ou ilusão, mas como diria o velho sábio: É só nos cálculos do amor que se encontra alguma lógica!

"Ter Fé, é assinar uma folha em branco e deixar que Deus escreva nela." Sto Agostinho.